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Acervo

Antiga caixa d’água de ferro com chapa galvanizada e emenda rebitada (450 rebites). Comprada em ferro velho, provavelmente foi usada no começo da implantação ferroviária em Morretes.

Pinça para carregar tora. Peça utilizada na antiga exploração de madeira na região. Como funciona? Quanto mais se ergue a pinça, mais ela pressiona a tora de madeira.

Mó de Pedra: Composto por duas pedras, uma plana nas duas faces e a outra plana e convexa na outra face,  era movido a água e utilizado para moer grãos, principalmente milho para obter o fubá.

Cilindros de um antigo engenho de madeira. Usado para produção de melado, açúcar mascavo e cachaça.

 

Partes de uma antiga prensa de madeira ( fuso, concha e mesa) para processar a mandioca e obter farinha. O processo funciona assim: após descascar e ralar a mandioca, o conteúdo é colocado num saco para ir para a prensa. A parte sólida resultante é utilizada para produzir farinha.

 

 

Barril de cachaça. Herança da família do Luiz Guilherme Peralta – idealizador e proprietário do Empório do Largo. Assim como o Barreado e a Bala de Banana, a Cachaça é um produto típico de Morretes, com muitas destilarias espalhadas pela região.

Lareira da Fundição Muller. Fundada em Curitiba em 1878, a fábrica estava situada entre a estrada da Graciosa (atual Avenida Cândido de Abreu) e a estrada do Assungui (atual Rua Mateus Leme). Após ser fechada na década de 70, o local deu espaço para a construção do Shopping Muller, inaugurado em 1983.

Antigo engenho de cana da família Comunelo. Usado para produção de melado, açúcar mascavo e cachaça.

 Painel/Porta feita com tábuas de demolição com pintura do artista morretense Neimar Proença, produzida por ele em 2016 e restaurada em 2018, como mostra a foto.

Saudoso Orelhão de Balcão que normalmente ficava dentro de bares e mercearias.

Forno para torrar a farinha. A tostagem é uma das etapas mais difíceis da fabricação de farinha de mandioca devido à alta temperatura do forno.

Escultura em forma de tubarão feita pelo artista morretense Neimar Proença com chapas de offset.

A história de como esses vasos antigos vieram para o Empório do Largo é bem curiosa. O Luiz Guilherme Peralta – proprietário e idealizador do Empório do Largo adquiriu esses vasos na beira da estrada. Após comprá-los, perguntou ao vendedor onde ele conseguia tantos modelos. O tal vendedor, explicou que viajava para a Bahia com um caminhão cheio de vasos de barros novos e bombas de plástico. Ao chegar em determinada cidade, oferecia a troca dos vasos velhos pelos novos. Como essa troca, que para os moradores parecia uma grande vantagem, o vendedor voltava para o Sul cheio de vasos antigos e fazia dinheiro vendendo para lojas de antiguidade.

Furadeira de bancada datada aproximadamente da década de 20. Muito utilizada na marcenaria e carpintaria, essa ferramenta tem em sua estrutura uma bancada para que materiais mais resistentes, como madeiras e metais mais espessos, sejam perfurados.

Furadeira de bancada com motor embutido. Uma versão mais moderna, composta por  base, coluna, mesa, eixo, e cabeça de perfuração. Nesse modelo, conduzido por um motor de indução no topo da furadeira.

Barbaquá – Do Tupi-Guarani: bar (ibira) = árvore, madeira; quá = buraco.

Misturador usado para triturar as folhas e pequenos ramos da erva-mate. No barbaquá a erva fica disposta num estrado de madeira sobre a boca de um túnel que conduz o calor produzido por uma fornalha situada na outra extremidade.

Cadeira antiga de cinema.